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RGPD e consentimento informado: o mínimo essencial para um tatuador

Recolhes dados de saúde sensíveis em cada marcação: eis o mínimo absoluto para dormires descansado, sem pagar a um jurista.

L'équipe Inkkore · · 3 min de leitura

Convenhamos: entre duas sessões, o RGPD não é propriamente o que te faz vibrar. Mas a questão é esta — assim que anotas o nome, o email ou os antecedentes de um cliente, estás a tratar dados pessoais. E a ficha de saúde (alergias, medicação, gravidez) é claramente dado sensível na aceção da lei. Boa notícia: não precisas de um advogado. Precisas de três ou quatro reflexos bem feitos. Vamos a isso.

O princípio a reter (um só)

Podes recolher uma informação se realmente precisares dela para fazer o teu trabalho em segurança. É tudo. O nome e o contacto para gerir a marcação: sim. A ficha de saúde para evitar uma reação durante a sessão: sim. A data de nascimento completa "só por curiosidade" quando um simples "maior de idade?" chega: não. Quanto menos guardas, menos tens de proteger.

Não és obrigado a saber tudo sobre o teu cliente. Apenas o necessário para o tatuar em segurança.

A ficha de saúde: a peça mais sensível

É aqui que tocas no mais delicado. Alergias, diabetes, medicação anticoagulante, gravidez: são dados de saúde, o nível de proteção mais elevado. Bastam três reflexos simples: pede só o que é útil (o que muda a tua forma de trabalhar ou te leva a recusar a sessão, não o historial médico completo); explica porquê numa frase por cima do formulário ("estas informações servem unicamente para a tua segurança durante a sessão"); e não deixes isto à deriva num caderno aberto nem numa conversa do Instagram, mas num único sítio fechado onde sabes quem pode ver.

As fotos: um verdadeiro sim, sobretudo para o Instagram

A tatuagem em si é o teu trabalho, podes documentá-la. Mas assim que a pessoa é reconhecível — rosto, zona íntima, contexto — ou que queres publicar nas tuas redes, precisas do consentimento explícito dela. Não um "importas-te?" lançado enquanto arrumas o material. Um verdadeiro sim, idealmente por escrito.

Guardar, proteger, apagar

Onde o Inkkore te simplifica a vida

A armadilha não é a lei — é a dispersão. Quando as informações de saúde estão num caderno, as mensagens nos teus DM do Instagram, as fotos no telemóvel e as marcações na tua cabeça, é impossível estar em dia. O Inkkore junta tudo: inbox unificada (IG, WhatsApp, email), CRM, agenda e fichas no mesmo sítio, por trás de uma conta protegida por 2FA. O acompanhamento da cicatrização a J3, J14 e J30 está enquadrado na ferramenta em vez de improvisado numa conversa, e a página de reserva pública deixa-te pedir as informações certas, no momento certo, na língua do cliente — 15 línguas disponíveis. Conclusão: o RGPD não é uma chatice de advogado, é só arrumar a tua casa — pedir o útil, explicá-lo, protegê-lo, apagá-lo quando acaba. (E não, isto não é aconselhamento jurídico: para um caso complicado, um profissional do direito continua a ser o teu melhor amigo.)

15línguas na página de reserva
J3·J14·J30acompanhamento da cicatrização enquadrado
2FAna tua conta e nos teus dados
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