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Como receber mais pedidos com o teu link

Um link online que ninguém vê é uma loja aberta numa rua sem movimento.

L'équipe Inkkore · · 4 min de leitura
No Inkkore

Reclamaste o teu link, preencheste o questionário, escolheste as cores. A página está no ar. E depois… nada. Nem um pedido. É aqui que muita gente decide que a ferramenta não serve — quando o que falta não está na ferramenta, está na distribuição.

Um link de marcação não vai buscar as pessoas. Converte quem chega. O teu trabalho agora é pô-lo onde a tua audiência já olha para ti. Assim, do mais rentável ao mais lento.

1. A bio do Instagram: o único sítio que nunca muda

É a primeira linha a mudar, e demora trinta segundos. O teu perfil é a página que visitam quando hesitam — e numa bio há um só link clicável. Se aponta para uma árvore de links, o teu cliente dá mais um clique, e uma parte desiste pelo caminho.

2. As stories: o que traz tráfego, semana após semana

A bio apanha quem vem. A story vai buscá-lo. Uma story com sticker de link traz mais visitas em vinte e quatro horas do que a bio num mês — mas desaparece, por isso repete-se.

O que funciona: mostrar uma peça em curso e depois um sticker «Marcar». Não um pedido de socorro («ainda tenho vagas 😩»), um convite. A diferença de tom vê-se nas respostas.

3. O reel: onde gente nova te descobre

Story e bio falam a quem já te segue. O reel é o único formato que te põe à frente de desconhecidos. Não é preciso produção: basta o gesto. A máquina a traçar uma linha, o stencil a descolar, a peça acabada a sair do filme.

Três segundos que prendem, uma peça mostrada por inteiro, e uma frase no fim a dizer o que fazer: «link na bio para marcar». Sem essa frase, as pessoas veem e seguem.

Um reel que corre traz-te gente que não te conhecia. Um link na bio transforma a curiosidade em pedido. Cada um sozinho faz pouco.

4. Os flashes: o pedido mais fácil de receber

Um projeto à medida exige conversa: ideia, tamanho, colocação, orçamento. Um flash não. O desenho está feito, o preço posto, a pessoa marca num gesto. É o pedido que custa menos idas e voltas — e muitas vezes o primeiro de um cliente novo, antes de um projeto maior.

5. Os teus antigos clientes: a audiência que esqueces

Quem tem mais probabilidade de se tatuar contigo é quem já se tatuou. Conhece o teu trabalho, o teu estúdio, a tua maneira. E é a quem menos se escreve — porque fazê-lo um a um leva tempo.

No Inkkore, os teus clientes já são uma lista: cada pedido recebido cria uma ficha, com o que foi feito e quando. Uma mensagem a quem não volta há seis meses enche um buraco da semana mais depressa do que um post.

6. A lista de espera: deixa de perder quem chega tarde

Com a agenda fechada, perdes toda a gente. É tráfego que já pagaste em atenção e que sai sem deixar rasto. Uma lista de espera guarda essas pessoas: quando reabres, tens fila em vez de página em branco.

7. A publicidade: só quando o resto funciona

Pagar para levar gente a uma página que não converte é pagar por nada. Se a tua bio está atualizada, os flashes online e o questionário filtra bem, então uns euros atrás de um reel que já funciona fazem sentido — para o teu link, não para o teu perfil.

Por onde começar se fizeres só uma coisa

Põe o teu link na bio, hoje. Depois publica uma story com o sticker e fixa-a nos destaques. São dez minutos e mexem no único número que conta no início: quantas pessoas veem a tua página.

O resto — flashes, seguimentos, lista de espera — constrói-se semana a semana. Mas nada arranca enquanto o link ficar guardado algures em vez de estar à frente de quem te segue.

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